Musculação X Hipertensão Arterial


quarta-feira abril 23, 2008

Treinamento de força NÃO É PERIGOSO para doentes da coronária, infartados, cardíacos e promove reabilitação cardiopulmonar.


 


Treinamento de força na velhice:


 


ü      Aumenta força, massa, potência e qualidade músculo-esquelética


ü      Normaliza a pressão arterial


ü      Reduz a resistênciá à insulina


ü      Diminui as gorduras total e intra-abdominal


ü      Aumenta o metabolismo basal


ü      Previne perda de massa óssea


ü      Reduz o risco de quedas e dor


 


Seguro para DAC, IM, cardíacos e reabilitação cardiopulmonar


Estudos recentes têm demonstrado que os programas de treinamento de força, usando cargas leve, moderada ou alta, são seguros e efe­tivos para o desenvolvimento da força em pacientes com doença da artéria coronária (DAC) ou que tenham tido infarto do miocárdio anteriormente.


 


A segurança do treinamento de força foi bem documentada em pacien­tes selecionados. Além disso, o exercício com pesos, se realizado sob supervisão apropriada e com monitoramento cardiovascular apropria­do, parece ser uma forma segura e viável de treinamento para pacientes cardíacos e um adendo importante para programas de reabilitação cardiopulmonar.


 


Investigações recentes, que examinaram as adaptações fisiológicas agu­das e crônicas no treinamento de força de intensidade moderada a alta em populações cardíacas e geriátricas, demonstraram que esse treina­mento não é perigoso, como se acreditava previamente. Investigações com populações mais idosas mostraram que o treinamento a 50-80% de uma repetição máxima (1 RM) aumenta significativamente o tama­nho do músculo, a força, e é seguro fisiologicamente.


 


São recomendados em programas de reabilitação cardiopulmonares que incorporem exercícios dinâmicos dos braços e das pernas em sessões para aumentar a força muscular e a resistência. Esses exercícios devem corresponder a tarefas desempenhadas pelo paciente durante as ativi­dades diárias.


 


Muitos pacientes perdem a força física e a confiança para desempenhar atividades cotidianas após um evento cardiovascular. Pacientes que têm atividades que requerem trabalho manual moderado, ou levantamentos freqüentes, devem ser preparados para essas atividades através do treinamento de força.